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Entorse de Tornozelo: uma abordagem comparativa da eficácia dos tratamentos





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INTRODUÇÃO

Entorses de tornozelo são sobrecargas graves, estiramento ou laceração de tecidos moles, podendo chegar à ruptura de um ou mais ligamentos, sendo esse termo utilizado como referência específica a um ligamento. É classificado em III níveis, sendo o I o grau leve, II o grau moderado e III o grau grave. São mais frequentes em inversão em virtude de 3 características biomecânicas, sendo a inserção distal do músculo tibial anterior, altura do maléolo medial mais elevada que o lateral e a fase de oscilação da marcha que favorece a inversão. Entorses por eversão são mais raras e, quando ocorrem, avulsionam o maléolo medial por causa da firme composição do ligamento deltoide.

METODOLOGIA

Essa revisão bibliográfica teve como tema abordado diferentes formas de condutas terapêuticas nos casos de entorse de tornozelo. A fonte de dados adotada foi a BIREME, nas bases de dados da SCIELO e LILACS. Foram considerados apenas entorses de grau I e II com o mecanismo de inversão, nas fases aguda e subaguda. Foram consultados artigos nacionais, assim como livros e revistas online relacionados ao tema em questão.

OBJETIVO

Essa revisão bibliográfica tem como objetivo comparar as técnicas de Hidrocinesioterapia, Pilates, Cinesioterapia, Propriocepção, Laserterapia, Alta Tensão, método Mulligan, Terapias Manuais e Osteopatia para tratamento de entorses de tornozelo nos graus I e II, nas fases aguda e subaguda, apenas em inversão.

RESULTADOS


Foi constatado que há vários itens a serem considerados antes de adotar uma conduta terapêutica, pois atividades esportivas, trabalho, AVDs e atividades físicas são fatores cruciais para a escolha de uma correta e eficaz para o tratamento de entorse de tornozelo dos graus I e II.

Dentre as técnicas estudadas, Hidrocinesioterapia, Pilates, Cinesioterapia foram as mais eficazes para reabilitação, pois todas elas irão trabalhar o indivíduo como um todo, visando a Propriocepção que é um elemento fundamental para a reabilitação e prevenção contra entorses recorrentes. Outros artefatos como Laserterapia e Alta Tensão também podem ser associadas ao tratamento para sua otimização. Outras técnicas também podem ser associadas como o Mulligan, Terapias Manuais e a Osteopatia, mas para uma abordagem mais localizada. Bandagens também poderão ser acrescentadas no tratamento, mas há carência de estudos sobre os efeitos da mesma.

CONCLUSÃO


Conclui-se que deve-se, portanto, avaliar cada paciente individualmente para poder estabelecer parâmetros terapêuticos apropriados e eficazes, objetivando levá-lo de volta o mais rápido possível para suas atividades esportivas ou AVDs. É necessário que haja mais pesquisas sobre outras técnicas para a reabilitação de entorses de tornozelo nas fases aguda e subaguda, ampliando as opções terapêuticas, além de enriquecer as opções de tratamento com eficácia para entorses de tornozelo por eversão.
REFERÊNCIAS

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